quarta-feira, 29 de abril de 2009

Porque não pensarmos nesta carta, como uma das muitas soluções que procuramos sem encontrar as palavras certas ?


Com a actual conjuntura económica do nosso País e, com os bons exemplos que nos vêm dos nossos Governantes (que usam e abusam de subterfúgios) pensei que esta carta, sabiamente escrita por alguém - que retrata a maioria de portugueses que, nos dia de hoje não conseguem "honrar" as suas dívidas - , pudesse servir de "minuta" para muitas respostas que, temos de dar por vezes e, sem saber como. Segundo dizem é tida como verdadeira e enviada por um devedor a uma conhecida operadora móvel. Sim ou não, reservo o direito de pensarem o que quiserem, sobre a sua veracidade.

- citação -

"PREZADOS SENHORES, Esta é a oitava carta jurídica de cobrança que recebo de Vossas Senhorias... Sei que não estou em dia com os meus pagamentos. Acontece que eu estou a dever também noutras lojas e todas esperam que eu lhes pague. Contudo, os meus rendimentos mensais só permitem que eu pague duas prestações no fim de cada mês. As outras ficam para o mês seguinte. Estejam cientes de que não sou injusto, daquele tipo que prefere pagar a esta ou aquela empresa em detrimento dos outros. Não ! Todos os meses quando recebo o meu ordenado, escrevo o nome dos meus credores em pequenos pedaços de papel, que enrolo e coloco dentro de uma caixinha. Depois, olhando para o outro lado, retiro dois papéis, que são os dois "Sortudos" que irão receber o meu rico dinheirinho. Os outros, paciencia. Ficam para o mês seguinte. Afirmo aos Senhores, com toda a certeza, que a vossa empresa vem constando todos os meses da minha caixinha. Se não lhes paguei ainda, é porque os Senhores estão com pouca sorte. Finalmente, faço-lhes uma advertência: Se os Senhores continuarem com essa mania de me enviar cartas de cobrança ameaçadores e insolentes, como a última que recebi, serei obrigado a EXCLUIR o nome da vossa Empresa dos sorteios mensais.

- Fim de citação -

Mais palavras para quê ? Afinal quantos de nós não necessitaremos desta "minuta" nos dias de hoje...

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Hoje decidi mudar, porque o amanhã poderá não existir para mim !!



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Hoje decidi, viver seja a que preço for

Hoje decidi, sonhar mesmo sonhos irrealizáveis

Hoje decidi, querer mesmo que não me queiram

Hoje decidi, abraçar mesmo que não me estendam os braços

Hoje decidi, beijar mesmo que não aceitem os meus beijos

Hoje decidi, que não quero ser mais razoável

Hoje decidi, que não vou cumprir todas as regras

Hoje decidi, que ninguém mais decidirá por mim

Hoje decidi, começar a AMAR-ME !!


MC

terça-feira, 21 de abril de 2009

Amigos de verdade estão sempre connosco nos momentos bons e maus da vida. Penso que são "anjos" disfarçados.


Para ti (Alexandre)
Como gratidão pelas tuas belíssimas palavras, pelo teu apoio de sempre mas, acima de tudo pela tua amizade desinteressada, aqui deixo uma das minhas músicas preferidas, cantada por um "anjo".
Eu acredito que os anjos existem e são de carne e osso. Entram nas nossas vidas, por uma qualquer razão, para nos ajudarem e apoiarem quando estamos necessitados, para não nos deixarem cair ou até para nos minimizar a solidão.
A esses costumamos dar-lhe o nome de... Amigos.



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domingo, 19 de abril de 2009

Nunca se deve avaliar um livro pela capa sem pelo menos se ler um pouco, do que está escrito no seu interior ...


Mais uma vez escrevo sobre a relatividade da beleza física.
Devemos olhar sempre, primeiro com o coração, e só depois utilizar os olhos, decerto que conseguiremos retirar muito mais maravilhas sobre o que estamos a observar.
Este video que se segue, é um exemplo do que digo e, de que Alguém quis demonstrar que, não devemos nunca avaliar o ser humano sem um mínimo de conhecimentos sobre o mesmo.
Uma mulher simples que, com a sua voz de anjo "calou" o cinismo e a hipocrisia, chegando ao ponto de deixar envergonhado, quem a avaliou pela aparência.

Parabéns SUSAN BOYLE !!



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M.C

sábado, 18 de abril de 2009

A Vida... vai "escorregando" como grãos de areia das minhas mãos. O Amor ... vai para além da morte !



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NOSTALGIA
Penso e encerro-me nesse
pensamento

Só, frustrada, em suma
nada.

Vazia, oca, coisa tão
pouca.

Interrogo-me.
Será que quero viver?
não consigo responder.

Não penso, não sei,
sou robot.

Que quero da vida?
Tudo.

Que me deu a vida?
Nada.

Penso, contra-senso
nada sou , não existo
tive morte antecipada.

M.C.
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* Poema com direitos de Autor


quinta-feira, 16 de abril de 2009

Um lindíssimo conto de Paulo Coelho, que nos faz pensar, sobre os valores que regem a amizade.

Um homem, o seu cavalo e o seu cão, seguiam o seu caminho. Ao passar perto de uma grande árvore, caíu um raio e os três morreram fulminados.

O homem porém, não se deu conta de que já tinha abandonado este mundo e prosseguiu com os seus dois animais. (Ás vezes há um certo tempo antes de se tomar consciência dessa nova condição).

O caminho era muito comprido e, pela colina acima, o sol estava muito abrasador. Os caminhantes já andavam muito suados e cheios de sede.

Numa curva do caminho viram um magnífico portal de mármore que conduzia a uma praça pavimentada e com portais de ouro a circundá-la.

O caminhante dirigiu-se ao cavalheiro que guardava a entrada e travou com ele o seguinte diálogo.

Bons dias diz o caminhante - bons dias respondeu o guardião.

Como se chama este lugar tão bonito? - aqui é o Céu.

Que bom termos chegado ao Céu, estamos a morrer de sede.

Pode entrar e beber a água que quiser - disse o guardião, indicando a fonte.

Mas o meu cavalo e o cão também têm sede. - Sinto muito retorquiu o guardião, mas aqui não é permitida a entrada a animais.

O homem levantou-se com grande desgosto, visto que sentia muita sede mas não queria beber sózinho, deixando os seus animais.

Depois de caminhar bastante tempo encosta acima, já exaustos os três, chegaram a outro sitio, cuja entrada estava assinalada por uma porta velha que dava para um caminho de terra, ladeado de árvores.

À sombra de uma árvore estava deitado um homem com a cabeça tapada por um chapéu. Provavelmente dormia.

Bons dias, saudou o caminhante - o homem respondeu com um aceno.

Temos muita sede, o meu cavalo, o meu cão e eu.

Está uma fonte ali mais à frente no meio de umas rochas - disse o homem, apontando na direcção do lugar. Podeis beber toda a água que quiserdes.

O caminhante, o cavalo e o cão, foram até à fonte e mataram a sede. Depois voltaram para trás para agradecer ao homem.

Podeis voltar sempre que quiserdes - respondeu este.

A propósito como se chama este lugar, perguntou o caminhante.

Céu! responde o homem.

O Céu ? mas o guardião do portão de mármore disse-me que ali é que era o Céu.

Alí não é o Céu, é o Inferno contradisse o homem do chapéu.

O caminhante ficou perplexo e disse:

Deviam de proibir que utilizem o vosso nome. Essa informação falsa, deve provocar grandes confusões, advertiu o caminhante.

De modo algum! - respondeu o guardião. - Fazem-nos até um grande favor, porque ficam lá retidos, todos os que são capazes de abandonar os seus melhores amigos.

domingo, 12 de abril de 2009

Senti vontade de escrever um pouco.




Mais um passeio na "estrada" da vida. Adoro o silencio da noite. Tudo é mais suave, calmo e sereno e assim posso "escutar" esse silencio nocturno que tanto gosto.
Olhei através das vidraças da minha varanda, o céu estava cinza escuro e carregado de núvens, mas bem ao longe, consegui no meio de tanta escuridão, vislumbrar um estrelinha brilhante que teimosamente cintilava cheia de vida. Sorri para a estrelinha ( pensando que devia estar louca) mas, o comportamento humano age por impulsos. Caso curioso, como eu me sentia identificada com aquela estrelinha e por duas razões apenas.
A primeira, porque éramos duas resistentes ás intempéries, ela, ás intempéries do tempo, e eu, aquelas que a vida nos obriga a confrontar no nosso quotidiano. A segunda, porque a solidão não precisa de se alimentar do escuro, mesmo quem está só, pode irradiar o seu brilho até no meio de uma multidão.
Espero que se alguém ler estas palavras e se sentir só, faça como eu, olhe através da vidraça e, olhe bem longe que, de certeza terá uma estrelinha a brilhar para si.

MC

sábado, 11 de abril de 2009

Não ha só beleza, também se encontra talento.




Sim senhores, o "rapazito" afinal não tem só beleza (indiscutível), mas surpreendeu-me pela positiva, no seu melhor.
»» O Estranho Caso de Benjamin Button «« uma história um pouco surrealista, porém o valor do artista está mais do que posto à prova, com uma interpretação quase perfeita.
Tal como começa o filme ( Eu nasci sob circunstâncias pouco usuais), esta será também uma circunstancia pouco usual mas... adorei o Brad.
Continua que estás no bom caminho (digo eu) !! Um merecido Óscar será ?


M.C